quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

CONTOS : PEGA- PEGA

PEGA - PEGA



Quando criança moravamos em um bairro com poucos visinhos, e quando vinhamos da escola eles me enrabavam num terreno cheio de mato, (Leia Iniciação) eu gostava, por ser sempre o preferido. Com o tempo outras familias chegaram e novas amizades foram feitas, eu agora já tinha novos amigos para brincar. Proximo de minha casa passava um corrego e na estrada havia uma ponte de madeira, quase caindo aos pedaços. Esse corrego foi canalizado e a ponte foi subistituida pela canalização que avançou mais uns 300 metros, chegando proximo a estrada de ferro. A tarde brincavamos de pega pega, e um dos lugares escolhidos para me esconder era dentro dessa canalização, a maioria dos garotos tinham medo de entrar. Eu e o Dinho, entramos e caminhamos por um bom trecho, ate ficarmos no local mais escuro, e bem quietinho, onde o pegador mesmo que olhasse do começo do tunel não conseguiria nos ver. Um certo dia, logo que entramos, percebemos alguem no começo do tunel, encostei-me a parede para não ser visto pelo pegador e Dinho encostou-se tambem, mantendo uma perna encostada sobre minha bunda. Gostei, não falei nada, o pegador foi embora, sem entrar na canalização. Dinho mudou de lugar, ficando bem atraz de mim encoxando-me, fiquei quieto, ele esfregou-se bem em minha bundinha, e a elogiava, perguntou se eu estava gostando, falei que só não queria ser pego nessa situação. Senti seu pinto roçar minha bundinha, fiquei excitado, comecei a rebolar de leve, ele puxou-me pela mão e fomos mais para o fundo, pelo barulho, estavamos bem embaixo da rodovia, onde a canalização ficou quadrada tipo de ponte. Ali havia uma elevação no piso de concreto, e um pequeno filete de agua corria do lado oposto, era arejado e um pouco claro,devido a boca de lobo, por onde entra a agua da chuva. Quando chegamos ali, ele abraçou-me por traz, senti seu volume forçar minha bunda, fui cedendo, ele avançando, tirou minha camisa, começou a beijar meu pescoso, minhas costas, minha orelha, eu já não reagia mais estava entregue as suas caricias, e delirando de desejos, gemendo baixinho. Ele tirou o meu short e começou a alisar minha bundinha, deixando-me mais excitado ainda, eu gemia baixinho, ele alisava meu reguinho e cutucava meu buraquinho com seu dedo atrevido, ficou pelado tambem. Falava o tempo inteiro que nunca tinha visto uma bundinha bem feita como a minha, durinha, fofinha, carnuda, uma delicia. Ao ver aquele garoto como eu, com pau de adulto, estremeci, ele percebeu, balançou a verga oferecendo-me a chupa-la e lá fui eu deliciar-me. Ele em pé, eu em sua frente abocanhando o delicioso, ele curvou-se sobre meu corpo e atolou os dedos em meu rabinho, alisava minha bundinha, minha boca trabalhava ao toque dos seus dedos. Sem aguentar mais, virou-me e recebi aquela cabecinha vermelha no meu cuzinho, forcei meu trazeiro para traz, ela entrou e começou a caminhar pelo meu tunel. Eu em extase, rebolava e gemia ao sentir aquele belo cacete avançando pelo meu rabinho guloso que mordia sua vara provocando a mim e a ele uma excitação sem igual. Quando senti seu saco bater em minhas nadegas, ergui o corpo encostei-me na parede e fui prensado contra o concreto, com a vara toda enterrada no meu olhinho. Dinho bombava forte prensando-me contra a parede, logo gozou enchendo-me com seu leitinho, mas, não deixei seu pau amolecer, tirei da bunda e coloquei-o na boca e mamei a vontade, o menino se retorcia, eu abusava das mamadas e consegui faze-lo ficar com as pernas moles. Sentamos no piso, continuei chupando aquele pau gostoso e bebi o leitinho, ficamos um tempo conversando, e nos restabelecendo ele perguntou se eu fazia isso a muito tempo,disse que não, faço por que gosto de sentir a vara massageando as bordas do meu cuzinho,e só faço com quem eu acho que merece. Posso fazer isso de novo, gostei muito,- pode sim, - durante o dia a gente vem disfarçadamente para cá, entra e a gente se contenta, tá bom assim?. O tempo passou que nem vimos quando saimos da caverna (nome que colocamos na canalização), ja estava escurecendo, os outros estavam reunidos e preocupados com nós, queriam saber onde estavamos escondidos e o que estavamos fazendo. Falamos que estavamos escondidos do outro lado da linha do trem, acho que eles acreditaram. No outro dia depois da escola, estavamos reunidos para nova brincadeira, quando eu disse que não iria participar , não estava me sentindo bem, vou para casa, e sai rumo a minha casa, mas, entrei na caverna e fui lá para os fundos. Logo vi o Dinho entrando e vindo em minha direção, chegou abraçando-me e lascou uns beijos no meu pescoço, na minha orelha e foi descendo a mão, tirando minha roupa. Ajoelhei-me em cima da propria roupa fiquei de quatro e senti um ar quente no meu rego, logo uma lingua nervosa tentava entrar no meu cuzinho. Dinho chupou muito meu cuzinho deixando-o completamente lubrificado com sua saliva, depois encaminhou a verga para a entrada, colocou a cabeça para dentro e o resto eu fiz, forçando minha bundinha de encontro ao seu pau. Brincava de pega-pega todos os dias, e quando estavamos cansados, paravamos de brincar, iamos a caverna sem que os outros percebessem e lá eu fazia o Dinho suar bombando em minha bundinha. Com o passar do tempo relaxamos no cuidado e um certo dia entramos e nem percebemos que fomos seguidos por mais dois garotos. Quando a festa estava começando, a vara entrando no meu buraquinho eu gemendo de prazer, rebolando e pedindo ao Dinho que empurrasse tudo, notamos a presença deles que tentaram forçar a saida do Dinho e ficarem comigo. Dinho resistiu, enfrentou-os e falou que se eu quizesse eles comeriam, mas, que se eles falassem alguma coisa para outra pessoa, eles iam se ver com ele. Acabei dando para os dois, ficamos amigos, e quando vinhamos para a caverna faziamos tudo que nos dava prazer. Enquanto um usava meu cuzinho eu mamava os outros três, bebia muito leitinho e me deliciava em poder servi-los e ser o preferido. Saia da caverna com o cuzinho ardendo, boca doendo de tanto chupar aquelas rolas gostosas, e já com o convite para o proximo dia, que eles mesmo estipulava quem seria o primeiro a usar meu buraquinho. Essa boa vida durou quase um ano, depois veio uma empreiteira para continuar a obra, eu ate tentei achar um servente para passar alguns minutos com ele, mas, todos dormiam no mesmo barracão do acampamento. Dinho e os dois garotos logo se mudaram e nunca mais os vi, lembro com saudade desse tempo gostoso.
 

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